Calcule o Carnê-Leão, organize o Livro-Caixa e descubra o regime
tributário ideal. Anexe seus comprovantes: o sistema lê, classifica
e prepara o norte da sua declaração oficial.
Comparação entre Pessoa Física, Simples e Lucro Presumido
PDF do norte da declaração para imprimir e usar
Calculadora SeuSaúde
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Categorias de Livro-Caixa
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Regimes Tributários Comparados
10
Etapas Guiadas
15 MB
Por Comprovante Anexado
Como Funciona
Quatro passos simples para ter sua declaração organizada.
Identifique-se
Informe nome, CPF e conselho profissional. Login rápido por código de 6 dígitos enviado ao seu e-mail.
Escolha o Ano
Selecione o ano-calendário que vai declarar e o regime tributário que utiliza.
Anexe os Comprovantes
Recibos, RPAs, NFS-e, extratos. O sistema lê, identifica datas, valores e categorias.
Receba o PDF
Documento completo com cálculos, comparações e linhas para preencher na Receita Federal.
O que a Calculadora Faz
Cobertura completa do que o profissional de saúde precisa avaliar.
Carnê-Leão Mensal
Recolhimento DARF 0190 sobre rendimentos de pessoa física. Aplica a tabela vigente do mês de competência.
Livro-Caixa do Autônomo
Doze categorias dedutíveis pré-mapeadas: aluguel, salários, anuidade do conselho, capacitação, materiais e outras.
Modelo Simplificado x Completo
Calcula os dois modelos da declaração e indica qual paga menos imposto, com a diferença em reais.
Comparação de Regimes (PJ)
Para clínicas: Simples Nacional Anexo III ou V (com fator R) e Lucro Presumido com ou sem equiparação hospitalar.
Deduções Legais
Dependentes, INSS, PGBL (limite 12%), saúde sem limite, educação por dependente e pensão alimentícia judicial.
PDF Norte da Declaração
Documento profissional com todas as linhas a preencher no programa oficial da Receita Federal.
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Bem-vindo à Declaração de IR:
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Antes de começar: complete seu cadastro
Esses dados ficam guardados no seu rascunho privado e ajudam a montar a declaração com as informações certas. Você pode revisar depois em "Meus dados".
Identificação:
Endereço residencial:
Atuação profissional:
1. Perfil2. Ano e regime3. Rendimentos4. Dependentes5. Livro-Caixa6. Deduções7. Patrimônio8. Renda Variável9. Comprovantes10. Resultado
Etapa 1 de 10
Tempo estimado: 5 a 8 minutos
Sobre você
Estes dados vieram do seu cadastro. Para alterá-los, vá em "Meus dados".
Por que isso importa: seu nome e CPF aparecem no relatório PDF que você levará à Receita Federal e ao seu contador. A categoria profissional define se você precisa usar o aplicativo Receita Saúde para emitir recibos.
Exemplo: Maria Silva, CPF 123.456.789-00, Médica, CRM-BA 12345.
Ano-calendário e regime tributário
A declaração deste ano fala sobre os ganhos do ano passado.
Por que isso importa: o ano-calendário é o ano em que você ganhou o dinheiro. A declaração é entregue no ano seguinte. O regime tributário muda como o imposto é calculado.
Exemplo: ganhou em 2025, declara em 2026. Se você atende paciente sozinho, é Pessoa Física. Se tem clínica/CNPJ, é Pessoa Jurídica.
Atenção: profissionais de saúde geralmente não podem optar pelo MEI, pois exercem atividade regulamentada por conselho de classe.
Rendimentos do ano
Pode preencher agora e ajustar depois com base nos comprovantes anexados.
Receita Saúde é obrigatória para sua categoria: desde 01/01/2025 médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais devem emitir todos os recibos pelo aplicativo Receita Saúde (gov.br nível prata/ouro). A multa por descumprimento é de R$ 100 por recibo não emitido. Os valores recebidos de pessoa física aqui devem coincidir com a soma dos recibos emitidos pelo app. IN RFB 2.240/2024.
Por que isso importa: a Receita precisa saber quanto você recebeu, de onde veio o dinheiro e quanto de imposto já foi pago. Se não tem certeza, anexe os comprovantes na etapa de uploads e o sistema preenche para você.
Exemplo: R$ 60.000 de pacientes pessoa física (consulta particular) e R$ 40.000 de uma clínica que te contrata.
Lembre-se de incluir TODOS os recibos do ano: pacientes particulares, atendimentos domiciliares, palestras, cursos ministrados, perícias, plantões avulsos, telessaúde, parcerias e até consultas pontuais. Mesmo os pequenos contam: a soma costuma ser bem mais relevante do que parece. Considere também o que foi efetivamente recebido no ano-calendário, mesmo que o atendimento tenha sido em ano anterior.
Carnê-Leão atrasado: se você recebeu de pessoa física no ano e não recolheu o Carnê-Leão mês a mês, dá para regularizar agora com DARF retroativo. O gerador de DARF da própria ferramenta calcula a multa de mora e os juros SELIC. O valor pago entra como crédito na declaração anual.
INSS recolhido em qualquer fonte conta: tanto o INSS pago como autônomo (carnê GPS, código 1007 ou 1163) quanto o INSS retido em folha por clínicas e hospitais somam aqui. Vale também a contribuição como contribuinte individual e o recolhimento complementar. Confira o eSocial e o extrato do CNIS no Meu INSS para não esquecer nenhum mês.
Detalhar fontes pagadoras (CNPJ por CNPJ):
Opcional. A Receita exige que cada CNPJ que pagou você no ano apareça com nome, valor bruto, IR retido, INSS e 13º. Essa lista alimenta a ficha "Rendimentos Tributáveis Recebidos de PJ" da declaração oficial.
Rendimentos especiais(bets, atividade rural, exterior, trust — abrir se aplicável)
Atenção — Lei 14.754/2023: aplicações financeiras no exterior, entidades controladas (offshore) e trusts têm tributação anual em separado a 15% sobre o rendimento auferido. A apuração deve ser feita por ano-calendário e lançada na ficha "Bens e Direitos" (com CNPJ se houver) e na ficha "Aplicações no Exterior". Procure orientação especializada antes de transmitir.
Dependentes
Cada dependente reduz a base de cálculo em R$ 2.275,08 ao ano.
Por que isso importa: ter dependentes diminui a base de cálculo do imposto. Mas atenção: você precisa ter o CPF de cada um e considerar os rendimentos próprios deles. Em alguns casos pode ser melhor declarar separado.
Exemplo: 2 filhos = R$ 4.550,16 a menos para calcular o imposto.
Muitos profissionais esquecem dependentes que se enquadram:
Filhos e enteados menores de 21 anos: incondicional, basta o CPF.
Filhos universitários ou em escola técnica de nível médio: até 24 anos.
Cônjuge ou companheiro(a) com renda anual abaixo do mínimo de isenção.
Pais, sogros, avós e bisavós: desde que a renda anual deles tenha ficado abaixo de R$ 28.467,20.
Irmãos, netos e bisnetos sob guarda judicial até os 21 anos.
Menor pobre criado e educado, com guarda judicial, até 21 anos.
Cada dependente reduz a base de cálculo em R$ 2.275,08 no ano. Vale conferir caso a caso, principalmente parentes que ficaram desempregados ou aposentados de baixa renda.
Detalhar cada dependente:
Opcional, mas a Receita exige nome completo, CPF, data de nascimento e o código de tipo de dependente (filho até 21, universitário, cônjuge, pais etc.) na entrega oficial.
Quem pode ser dependente: filhos até 21 anos (24 se universitários), cônjuge sem rendimentos próprios, pais que recebem até R$ 28.467,20 por ano.
Despesas dos dependentes também entram nas suas deduções: consultas médicas, exames, plano de saúde, mensalidade escolar, cursos técnicos e universitários dos dependentes somam às suas próprias deduções na etapa 6. Vale a pena lembrar de pedir e guardar todos esses recibos com o nome e CPF do dependente.
Livro-Caixa (autônomo Pessoa Física) ?
Despesas relacionadas à sua atividade profissional, dedutíveis no ano.
Por que isso importa: aqui você lança o que gasta para trabalhar. Aluguel do consultório, secretária, anuidade do conselho, capacitação, materiais. Cada real gasto reduz o imposto. Guarde os recibos por 5 anos: a Receita pode pedir.
Exemplos: aluguel do consultório R$ 24.000, salário da secretária R$ 18.000, anuidade do CRM R$ 1.200.
O Livro-Caixa é um direito do profissional autônomo: toda despesa diretamente ligada ao exercício da sua atividade pode ser lançada aqui. Itens comuns que costumam passar batido:
Aluguel do consultório, sala compartilhada, coworking de saúde, garagem usada para o atendimento.
Energia, água, internet, telefone profissional (proporcional, se for compartilhado com a casa).
Salários e encargos: secretária, recepcionista, auxiliar, técnica de enfermagem, faxina, FGTS, INSS patronal, vale-transporte.
Anuidade do conselho: CRM, CRO, CRN, CRP, CREFITO, CREFONO, COREN, CRF, CRBM, CRMV, CREF. Pague pelo CPF para deduzir aqui.
Materiais de consumo: gazes, luvas, álcool, papel, instrumentos descartáveis, EPIs, suplementos para teste, formulários, receituários.
Software e tecnologia: prontuário eletrônico, agenda online, sistema de gestão, antivirus, armazenamento em nuvem, microfone, webcam.
Manutenção e conserto de equipamentos profissionais (cadeira odontológica, ultrassom, balança bioimpedância, aparelho de pressão).
Honorários do contador e do advogado quando relacionados à atividade.
Propaganda e marketing: anúncios em redes sociais, Google Ads, panfletos, cartões de visita, criação de site, fotografia profissional, identidade visual.
Transporte entre locais de atendimento (não é o trajeto casa-trabalho).
Permitido pela Lei 8.134/1990 e regulamentado pela IN RFB 1.500/2014. Guarde os comprovantes por 5 anos.
Itens que costumam ser esquecidos: anuidade do conselho de classe (paga pelo CPF), assinaturas de plataformas científicas, livros técnicos comprados ao longo do ano, cursos e congressos online, taxas de certificação digital (e-CPF, ICP-Brasil), material de consumo do consultório comprado em pequenas quantidades. Ao revisar o extrato bancário e do cartão, costuma aparecer bem mais do que se lembra de cabeça.
Não é dedutível: vestuário comum, refeições pessoais, automóvel particular sem ligação direta com a atividade, aplicações financeiras e aquisição de bens patrimoniais.
Deduções legais (DAA) ?
Gastos pessoais que abatem do imposto na declaração anual.
Por que isso importa: esses gastos pessoais reduzem o imposto. Despesas médicas (suas e dos dependentes) não têm limite. Educação tem limite por pessoa. PGBL é limitado a 12% do que você ganhou. Sempre guarde os comprovantes.
Exemplo: R$ 5.000 em consultas médicas, R$ 3.500 em escola dos filhos, R$ 8.000 em PGBL.
Despesas médicas costumam ir muito além de consulta: entram aqui consultas, exames laboratoriais e de imagem, internações, plano de saúde (titular e dependentes), próteses dentárias e ortopédicas, aparelhos ortodônticos, lentes corretivas e óculos com indicação, fonoaudiologia, psicoterapia, psicanálise, fisioterapia, terapia ocupacional, fertilização assistida, cirurgias estéticas reparadoras, transporte sanitário e cadeiras de rodas. Despesas dos dependentes também somam aqui. Não há teto de dedução.
Educação tem teto, mas costuma ser subutilizado: mensalidade de ensino infantil, fundamental, médio, técnico, superior, pós-graduação (lato sensu, mestrado, doutorado) entram aqui. Limite de R$ 3.561,50 por pessoa (titular e cada dependente). Vale lembrar dos cursos técnicos e pós-graduações dos dependentes. NÃO entram cursos livres, idiomas, autoescola, esportes, música, reforço, bolsas e materiais escolares.
PGBL é o único plano de previdência privada com dedução: aplicações em PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) feitas até 31 de dezembro do ano-calendário entram nesta declaração. O limite é 12% da sua renda bruta tributável (incluindo PF e PJ recebida como autônomo). Permitido pela legislação para quem também contribui para o INSS ou regime próprio. VGBL não dá direito a esta dedução: ele só é tributado na retirada.
Detalhar pagamentos efetuados (beneficiário por beneficiário):
Opcional. A Receita exige que cada despesa dedutível tenha CPF/CNPJ e nome do beneficiário (médico, dentista, escola, plano de saúde etc.) e o código oficial RFB (10 médicos, 11 dentistas, 01 instrução, 30 pensão judicial e por aí). Essa lista alimenta a ficha "Pagamentos Efetuados".
Patrimônio
Bens, direitos, dívidas e ganhos de capital do ano. Tudo opcional: preencha apenas o que for o seu caso.
Por que isso importa: a Receita compara seu patrimônio do começo e fim do ano. Se cresceu mais do que sua renda permite, eles questionam de onde veio o dinheiro. Lance imóveis, carros, investimentos, contas bancárias e dívidas pelo VALOR DE COMPRA, não atualizado.
Exemplo: comprou um carro por R$ 50.000 em 2020. Lança R$ 50.000 todo ano enquanto ele for seu, mesmo que o valor de mercado mude.
Imóveis, veículos, investimentos e outros bens em 31/12.
Lembre-se de informar TODOS os bens em 31 de dezembro: mesmo os de baixo valor. Saldos em conta-corrente, poupança e contas digitais (Nubank, Inter, PicPay, C6) acima de R$ 140; ações e fundos imobiliários; tesouro direto, CDBs, LCIs, LCAs, fundos de investimento; criptomoedas acima de R$ 5.000; veículos; imóveis; participações societárias em clínicas. Bens não declarados podem ser tratados como variação patrimonial inexplicada e cair na malha. Lance pelo valor de aquisição (custo histórico), não pelo valor atual de mercado.
Empréstimos, financiamentos e outras obrigações em 31/12.
Dívidas e financiamentos acima de R$ 5.000 são obrigatórios: financiamento de veículo, financiamento imobiliário, consignado, empréstimo pessoal, cheque especial, parcelamento de cartão de crédito acima do limite, dívidas com pessoas físicas. Lance o saldo devedor em 31 de dezembro. Informar dívidas é importante para justificar o fluxo de caixa quando o patrimônio cresce.
Vendas de imóveis, veículos, ações e outros bens com lucro tributável.
Detalhe mês a mês para apurar o Carnê-Leão correto. Útil quando os rendimentos variam muito ao longo do ano.
Renda Variável (opcional)
Marque a caixa abaixo apenas se você operou na bolsa de valores no ano. Caso contrário, pule para a próxima etapa.
Como funciona, em poucas linhas:
Day Trade: comprou e vendeu o MESMO ativo no MESMO dia. Paga 20% sobre o ganho. Sem isenção.
Swing Trade (ações): comprou e vendeu em dias diferentes. ISENTO se as vendas do mês somarem até R$ 20.000. Acima disso, paga 15% sobre o ganho.
FII: venda de cotas paga 20% sobre o ganho, sem isenção. Os rendimentos mensais (aluguel) são isentos e entram em outra ficha.
Opções, Futuros, ETFs: 15% sobre o ganho (20% se for day trade).
Prejuízo de um mês pode abater ganho de meses seguintes do mesmo grupo (Day Trade x Comuns x FII, separados).
Anexar comprovantes
Recibos, NFS-e ?, RPAs ?, extratos bancários, comprovantes de aluguel. Lemos automaticamente data, valor, CNPJ e categoria. Avisos de qualidade e duplicidade aparecem em cada item.
Por que isso importa: ao anexar os comprovantes, o sistema lê valores e datas automaticamente, separa o que é dedutível e cruza com sua declaração. Se faltar algum, você pode editar à mão. Você pode pular essa etapa: o que importa é que os números das etapas anteriores estejam corretos.
Dica: tire foto nítida do recibo (luz boa, sem corte) ou anexe o PDF original.
Anexe TUDO que tiver em mãos: recibos de consultas (suas e dos dependentes), NFS-e que você emitiu, RPAs recebidos, comprovantes de aluguel do consultório, recibos do plano de saúde, mensalidades escolares e universitárias, notas fiscais de cursos e congressos, anuidade do conselho, comprovantes de PGBL, GPS do INSS, DARFs do Carnê-Leão, escrituras e contratos de bens, faturas de cartão usadas para a atividade. A leitura automática classifica cada item, separa dedutíveis e cruza com sua declaração. Quanto mais comprovantes, mais sólida fica a declaração e mais difícil cair em malha.
Para usar a Declaração de IR precisamos do seu consentimento expresso para os seguintes itens. Você pode revogar a qualquer momento na tela "Meus dados".
Meus dados (LGPD)
Consentimentos ativos
Identidade verificada
Dados bancários para restituição:
Opcional. Permite a Receita Federal devolver eventual saldo via Pix ou crédito em conta.
Histórico de eventos (últimos 50)
Direito à portabilidade (art. 18, V LGPD)
Baixa um arquivo JSON com tudo que está armazenado sobre você nesta ferramenta: cadastro, declarações, dependentes, fontes pagadoras, pagamentos, bens, dívidas, ganhos de capital, renda variável e histórico de eventos.
Apaga todas as suas declarações, comprovantes, logs e seu cadastro. Não é reversível.
Histórico de declarações
Compartilhar com seu contador
Gera um link público de visualização (somente leitura). Você pode revogar a qualquer momento.
Importar pré-preenchida
Selecione o arquivo XML ou JSON exportado da Declaração Pré-preenchida do Meu Imposto de Renda (gov.br). Apenas campos vazios na sua declaração serão preenchidos.
Simular parcelamento DARF
Novo bem
Nova dívida
Nova operação de ganho de capital
Novo dependente
Nova fonte pagadora
Novo pagamento efetuado
Dados bancários para restituição
Opcional. A Receita restitui pelo Pix (mais rápido) ou por conta bancária. Estes dados ficam só no seu rascunho.
Confirmar emissão do DARF de Renda Variável
Antes de confirmar: esta ferramenta NÃO emite o DARF na Receita Federal nem realiza pagamento. A confirmação aqui apenas registra no seu rascunho que você emitirá o DARF para esta competência. O pagamento deve ser feito no portal da RFB (Sicalc) ou no banco.
Tabela de regras: Renda Variável
Carregando...
Tabelas oficiais conferidas em 03/06/2026. Esta ferramenta tem caráter orientativo e não substitui a entrega da Declaração no programa oficial da Receita Federal do Brasil.
Meus DARFs:
DARF é o Documento de Arrecadação de Receitas Federais. É a guia que você imprime para pagar tributos federais (Carnê-Leão, Renda Variável, FII, quota anual da DAA, ganho de capital).
Gerar DARF: passo 1 de 2
Selecione o tributo, a competência e o valor principal. A multa de mora (0,33% ao dia, teto 20%) e os juros (SELIC) são calculados automaticamente para a data de pagamento prevista.
Aprovar e gerar DARF: passo 2 de 2
Atenção: Você está prestes a gerar um DARF oficial. Verifique todos os dados abaixo. Após a aprovação, o documento ficará registrado no histórico e disponível para impressão. Esta ferramenta tem caráter orientativo: confira a referência no SICALC oficial antes de pagar.
DARF gerado com sucesso
Seu DARF foi registrado e está pronto para impressão.
Após o pagamento, volte ao histórico e marque o DARF como pago para manter o controle em dia.
Ano-calendário:
É o ano em que você ganhou o dinheiro. A declaração é entregue no ano seguinte. Exemplo: rendimentos recebidos em 2024 são declarados em 2025.
Base de cálculo:
É o valor sobre o qual o imposto é calculado. Pega-se o total que você ganhou e tira-se o que pode ser deduzido (INSS, dependentes, saúde, educação, PGBL etc.). O que sobra é a base.
Carnê-Leão:
Imposto que você paga mês a mês quando recebe direto de pessoa física, tipo paciente particular pagando em dinheiro/PIX. Recolhido no DARF código 0190 até o último dia útil do mês seguinte ao recebimento.
CPF:
Cadastro de Pessoa Física. Número de 11 dígitos que identifica você na Receita Federal.
DAA:
Declaração de Ajuste Anual. É a declaração de IR que você entrega uma vez por ano (entre março e maio).
DARF:
Documento de Arrecadação de Receitas Federais. É o boleto que você usa para pagar tributos federais (IR, Carnê-Leão etc.).
Dedução:
Gasto que pode ser abatido da base de cálculo, reduzindo o imposto. Exemplos: INSS, dependentes, despesas médicas, educação, PGBL e pensão judicial.
Dependente:
Pessoa que você sustenta e pode incluir no IR. Cada dependente desconta R$ 2.275,08 da base de cálculo. Filhos até 21 anos (24 se universitários), cônjuge sem renda, pais com renda até R$ 28.467,20/ano.
Ganho de capital:
Lucro na venda de bens (imóvel, carro, ações). É a diferença entre o valor de compra e de venda. Tem alíquotas próprias e algumas isenções.
Imposto retido na fonte (IRRF):
Quando uma clínica/hospital te paga, eles já tiram o IR antes de te repassar. O valor aparece no informe de rendimentos que a empresa te manda em janeiro/fevereiro.
INSS:
Contribuição para a previdência social (aposentadoria). Se você é autônomo, paga via GPS (Guia da Previdência Social). É dedutível no IR.
Isenção:
Dinheiro que entrou mas não paga IR. Exemplos: saque de FGTS, PIS/PASEP, indenização trabalhista, bolsa de estudo, lucros e dividendos de empresa do Simples.
Livro-Caixa:
Caderno onde o autônomo anota tudo que gasta no consultório/atendimento (aluguel, secretária, materiais). Esses gastos abatem do imposto. Vale apenas para quem atende como Pessoa Física.
Malha fina:
Quando a Receita encontra inconsistência na sua declaração e te chama para esclarecer. Pode resultar em pagamento de imposto, multa e juros.
Modelo simplificado x completo:
O simplificado abate 20% da renda automaticamente (até teto). O completo abate as deduções reais (saúde, dependentes, educação etc.). A calculadora compara os dois e indica qual paga menos.
NFS-e:
Nota Fiscal de Serviço Eletrônica. Quando você presta serviço para uma clínica ou hospital com CNPJ, eles emitem NFS-e que comprova o pagamento.
PGBL:
Plano Gerador de Benefício Livre. Tipo de previdência privada que abate até 12% da sua renda bruta no IR. Cuidado: VGBL (sigla parecida) não dá esse desconto.
Receita Saúde:
Aplicativo da Receita Federal pelo qual médicos, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas e fonoaudiólogos devem emitir recibo dos atendimentos. Sem isso, o paciente não consegue deduzir a despesa.
Regime tributário:
Forma como você é tributado. Pessoa Física = atende sem CNPJ, paga Carnê-Leão mês a mês. Simples Nacional / Lucro Presumido = tem CNPJ (clínica, consultório). O imposto muda muito de um para outro.
RPA:
Recibo de Pagamento de Autônomo. Documento que substitui a nota fiscal quando alguém te paga sem você ter CNPJ. Mostra valor bruto, IR retido e líquido.
Saldo a pagar / a restituir:
Se o que você deve for maior que o IR já pago no ano, sobra saldo a pagar (DARF). Se foi pago a mais, vira restituição (a Receita devolve em lotes a partir de maio).
Pronto para organizar sua declaração?
Em poucos minutos você terá um norte completo da sua declaração de IR.