Sistema para coworking de saúde e aluguel de consultório

Agenda de salas, contrato por profissional e cobrança no mesmo sistema. O consultório compartilhado deixa de ser negociado no grupo de WhatsApp e a ocupação vira número, e não impressão.

Conhecer o SSCoworkings
Mapa de salas do coworking: oito salas nomeadas, duas semanas ocupadas e os dias livres na mesma tela.
Agenda real do sistema, com oito salas em uso.

Sala compartilhada combinada no grupo dá conflito

Enquanto são três profissionais e duas salas, o grupo de WhatsApp funciona. A partir daí, os problemas são sempre os mesmos:

  • Dois profissionais na mesma sala: alguém combinou por mensagem e a outra pessoa não viu, com o paciente já na porta.
  • Ninguém sabe a ocupação real: sem registro por sala, decidir se cabe mais um contratante é chute.
  • A cobrança do uso é reconstruída de memória: quantos períodos cada um usou no mês vira uma conversa, e não uma conta.
  • Bloqueio de manutenção esquecido, e a sala aparece disponível justo no dia em que não está.

O que o sistema faz

A reserva entra uma vez e responde tudo depois: a agenda, a ocupação da sala e o que cada contratante deve no fim do mês.

Agenda por sala

Visão de mês, semana, dia e lista, com cada sala identificada por cor. Dá para ver o buraco na agenda, que é onde mora a receita que não está sendo feita.

Reserva e bloqueio

O profissional reserva o que o contrato dele permite, e a manutenção entra como bloqueio, que some da disponibilidade em vez de virar aviso no grupo.

Contrato por contratante

Cada profissional ou clínica com o próprio contrato: quais salas, quantos períodos e em que condição. A regra fica no sistema, e não na lembrança de quem administra.

Cobrança do uso

Aluguel recorrente e uso avulso, cobrados a partir do que foi efetivamente reservado. O fechamento deixa de ser negociação.

Ocupação em número

Relatório por sala e por período. É como se decide abrir mais uma sala, reajustar o valor ou aceitar mais um contratante, em vez de decidir pela sensação.

Quem vê o quê

O profissional enxerga a agenda dele e a disponibilidade; a administração enxerga o espaço inteiro e o financeiro.

O espaço não precisa ver o paciente de ninguém

Um coworking de saúde administra salas, e não prontuários. Essa fronteira é de propósito:

  • A reserva guarda o profissional e o horário, e não o nome nem o motivo da consulta de quem vai ser atendido.
  • Cada espaço enxerga só a própria operação: o isolamento é verificado no servidor, e não escondendo botão na tela.
  • Servidor próprio no Brasil, operado pela própria SeuSaúde, com backup diário em mais de um destino.
  • Os dados são do espaço. Saindo, a exportação vai junto, e isso fica escrito no contrato.

Perguntas que sempre aparecem

Serve para um espaço de duas ou três salas?

Serve, e é onde ele evita o problema antes de ele aparecer. O sistema não fica grande demais para um espaço pequeno: a agenda e a cobrança já valem sozinhas, e o resto entra quando o espaço cresce.

O profissional consegue reservar sozinho?

Consegue, dentro do que o contrato dele permite. É isso que tira a administração do meio de cada reserva, sem abrir a agenda inteira para todo mundo.

E o profissional que precisa de prontuário?

Aí é outro produto. O coworking administra o espaço; o prontuário do paciente é do consultório dele, e a casa tem sistema para isso separado, de propósito. Misturar os dois faria o espaço ter acesso a dado clínico que não é dele.

Dá para cobrar por período usado e não por mensalidade fixa?

Dá, e os dois modelos convivem: contratante com aluguel recorrente e contratante que paga pelo uso, no mesmo espaço.

Quanto custa?

Sai por proposta, porque depende de quantas salas e de quantos contratantes. A conversa começa entendendo o tamanho do espaço.

Vale ver com a sua agenda de salas na mesa

Trinta minutos olhando como as reservas do seu espaço acontecem hoje mostram mais do que uma demonstração pronta. Se o grupo de WhatsApp ainda dá conta, isso também sai da conversa.

Falar no WhatsApp