Sistema para coworking de saúde e aluguel de consultório
Agenda de salas, contrato por profissional e cobrança no mesmo sistema. O consultório compartilhado deixa de ser negociado no grupo de WhatsApp e a ocupação vira número, e não impressão.
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Sala compartilhada combinada no grupo dá conflito
Enquanto são três profissionais e duas salas, o grupo de WhatsApp funciona. A partir daí, os problemas são sempre os mesmos:
- Dois profissionais na mesma sala: alguém combinou por mensagem e a outra pessoa não viu, com o paciente já na porta.
- Ninguém sabe a ocupação real: sem registro por sala, decidir se cabe mais um contratante é chute.
- A cobrança do uso é reconstruída de memória: quantos períodos cada um usou no mês vira uma conversa, e não uma conta.
- Bloqueio de manutenção esquecido, e a sala aparece disponível justo no dia em que não está.
O que o sistema faz
A reserva entra uma vez e responde tudo depois: a agenda, a ocupação da sala e o que cada contratante deve no fim do mês.
Agenda por sala
Visão de mês, semana, dia e lista, com cada sala identificada por cor. Dá para ver o buraco na agenda, que é onde mora a receita que não está sendo feita.
Reserva e bloqueio
O profissional reserva o que o contrato dele permite, e a manutenção entra como bloqueio, que some da disponibilidade em vez de virar aviso no grupo.
Contrato por contratante
Cada profissional ou clínica com o próprio contrato: quais salas, quantos períodos e em que condição. A regra fica no sistema, e não na lembrança de quem administra.
Cobrança do uso
Aluguel recorrente e uso avulso, cobrados a partir do que foi efetivamente reservado. O fechamento deixa de ser negociação.
Ocupação em número
Relatório por sala e por período. É como se decide abrir mais uma sala, reajustar o valor ou aceitar mais um contratante, em vez de decidir pela sensação.
Quem vê o quê
O profissional enxerga a agenda dele e a disponibilidade; a administração enxerga o espaço inteiro e o financeiro.
O espaço não precisa ver o paciente de ninguém
Um coworking de saúde administra salas, e não prontuários. Essa fronteira é de propósito:
- A reserva guarda o profissional e o horário, e não o nome nem o motivo da consulta de quem vai ser atendido.
- Cada espaço enxerga só a própria operação: o isolamento é verificado no servidor, e não escondendo botão na tela.
- Servidor próprio no Brasil, operado pela própria SeuSaúde, com backup diário em mais de um destino.
- Os dados são do espaço. Saindo, a exportação vai junto, e isso fica escrito no contrato.
Perguntas que sempre aparecem
Serve para um espaço de duas ou três salas?
Serve, e é onde ele evita o problema antes de ele aparecer. O sistema não fica grande demais para um espaço pequeno: a agenda e a cobrança já valem sozinhas, e o resto entra quando o espaço cresce.
O profissional consegue reservar sozinho?
Consegue, dentro do que o contrato dele permite. É isso que tira a administração do meio de cada reserva, sem abrir a agenda inteira para todo mundo.
E o profissional que precisa de prontuário?
Aí é outro produto. O coworking administra o espaço; o prontuário do paciente é do consultório dele, e a casa tem sistema para isso separado, de propósito. Misturar os dois faria o espaço ter acesso a dado clínico que não é dele.
Dá para cobrar por período usado e não por mensalidade fixa?
Dá, e os dois modelos convivem: contratante com aluguel recorrente e contratante que paga pelo uso, no mesmo espaço.
Quanto custa?
Sai por proposta, porque depende de quantas salas e de quantos contratantes. A conversa começa entendendo o tamanho do espaço.
Vale ver com a sua agenda de salas na mesa
Trinta minutos olhando como as reservas do seu espaço acontecem hoje mostram mais do que uma demonstração pronta. Se o grupo de WhatsApp ainda dá conta, isso também sai da conversa.
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