Prontuário eletrônico para ginecologia
Anamnese com o vocabulário da consulta, laudo e guia de exame prontos, e o preventivo que venceu aparecendo antes de a paciente sumir. Prontuário de especialidade, e não campo de texto livre com outro nome.
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Por que prontuário genérico não serve para ginecologia
Um prontuário que serve para qualquer especialidade acaba entregando um campo de texto grande e a instrução de escrever ali. Funciona no primeiro mês. Depois, a informação que importa deixa de ser consultável:
- O preventivo vence e ninguém vê: a data está dentro de um texto, então não existe lista de quem precisa voltar.
- Cada laudo é montado do zero, porque o modelo mora no computador de quem escreveu, e não no sistema.
- Pré-natal virando anotação solta: sem os campos próprios, comparar uma consulta com a anterior é reler tudo.
- Guia de exame preenchida a mão enquanto a paciente espera, com os dados que já estão no cadastro.
O que o sistema faz
Os campos são de ginecologia. É isso que permite ao sistema responder perguntas em vez de só guardar texto:
Anamnese de saúde da mulher
Os campos da consulta, com histórico ginecológico e obstétrico estruturado. Como é campo e não texto corrido, a consulta seguinte já abre com o que mudou.
Laudo e guia de exame
Documento gerado com a logomarca e os dados de registro do profissional, a partir de modelos que ficam no sistema e são da clínica, não de uma pasta pessoal.
Preventivos pendentes
A lista de quem passou da data, com o resultado que ainda não voltou. É a diferença entre lembrar da paciente e ela lembrar da clínica.
Pré-natal
Acompanhamento da gestante com os campos próprios de cada consulta e a evolução visível entre elas.
Agenda e portal da paciente
Confirmação automática por WhatsApp e a paciente vendo os próprios documentos sem precisar ligar para a recepção.
Equipe e permissão
Recepção não abre evolução clínica. Toda ação sensível fica registrada com autor e horário.
A lista que faz a paciente voltar
Preventivos com resultado pendente, ordenados por quanto tempo passou, com o contato ao lado. Não é relatório que alguém precisa lembrar de rodar: é uma tela de trabalho da recepção.

Onde os dados ficam, e quem responde por eles
Prontuário ginecológico é dado sensível de saúde, e a LGPD trata isso com cuidado maior. O que vale aqui:
- Servidor próprio no Brasil, operado pela própria SeuSaúde, com backup diário em mais de um destino.
- Cada clínica enxerga só a própria base: o isolamento é verificado no servidor, e não escondendo botão na tela.
- Trilha de auditoria em ação sensível, com autor e horário.
- Os dados são da clínica. Saindo, a exportação vai junto, e isso fica escrito no contrato.
Perguntas que sempre aparecem
Serve para consultório de uma médica só?
Serve, e existe uma versão para quem atende sozinha, sem os módulos de equipe e repasse que só fazem sentido em clínica com mais gente. Quando a equipe cresce, o módulo entra sem trocar de sistema.
Os modelos de laudo são meus ou do sistema?
São da clínica. O acervo de modelos fica no sistema, com a logomarca e os dados de registro da profissional, e cada clínica mantém os próprios. Modelo que mora no computador de uma pessoa some quando essa pessoa sai.
O sistema emite receita e pedido de exame?
Sim, com a identidade da clínica. Os dados do cadastro entram sozinhos no documento, que é justamente o tempo que se perde preenchendo a mão com a paciente esperando.
Quanto custa?
Sai por proposta, porque depende de quantas profissionais atendem e de quais módulos entram. Consultório solo e clínica com equipe não deveriam pagar o mesmo.
Dá para migrar o histórico das pacientes?
Na maioria dos casos sim, a partir da exportação do sistema anterior. Quando ele não exporta, o que dá para trazer é o cadastro, e isso se diz antes de fechar.
Vale ver com a sua rotina de consultório
Trinta minutos olhando como a sua consulta é registrada hoje mostram mais do que uma demonstração pronta. Se o que você usa já resolve, isso também sai da conversa.
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