Controle de ponto para clínica

Batida por reconhecimento facial, escala de plantão, banco de horas e folha assinada. O fechamento do mês deixa de ser uma tarde inteira conferindo caderno de recepção contra planilha.

Conhecer o sistema de ponto
Espelho de ponto de julho: grade de presença dos doze meses e a tabela de batidas do mês.
Painel real do sistema, com os nomes ocultos.

A jornada de clínica não cabe no relógio de parede

Clínica não tem um turno só. Tem plantão, escala de revezamento, profissional que atende em dois dias da semana e recepção que cobre horário estendido. É onde o controle informal quebra:

  • O fechamento vira arqueologia: alguém confere caderno, print de WhatsApp e memória para montar a folha.
  • Batida faltando aparece tarde demais: a marcação ímpar só é notada no dia do fechamento, quando ninguém lembra do dia.
  • Banco de horas que ninguém sabe o saldo, nem a empresa nem o colaborador, e a conversa acaba em desconfiança.
  • Divergência sem canal: quem discorda do registro reclama no corredor, e não fica documentado em lugar nenhum.

O que o sistema faz

A batida entra uma vez e alimenta tudo: o espelho, o banco de horas, a folha e o painel de quem precisa de atenção.

Três jeitos de bater o ponto

Reconhecimento facial, sem cartão para emprestar e sem senha para passar adiante; QR Code num tablet na recepção; e check-in por celular com GPS, para quem atende fora da clínica.

Escala por colaborador

Plantão, revezamento e jornada parcial, cada um com a própria escala. É a escala que define o previsto, então falta e hora extra saem certas sem ajuste manual.

Banco de horas

Saldo à vista para a gestão e para o colaborador. Saldo que só aparece no fechamento é saldo que vira discussão.

Registros com problema

O painel mostra a marcação ímpar e a saída que faltou no mesmo mês, e não no dia do fechamento. Corrigir no dia seguinte é possível; corrigir trinta dias depois é reconstruir de memória.

Contestação do colaborador

Quem discorda de um registro abre a contestação no próprio sistema, e ela fica documentada com resposta. Sai do corredor e entra no processo.

Folha de ponto assinada

Espelho do período gerado e assinado digitalmente, com o registro de quem assinou e quando.

Biometria é dado sensível, e isso muda o cuidado

Reconhecimento facial é dado biométrico, que a LGPD classifica como sensível. O que vale aqui:

  • O que se guarda é o modelo biométrico, e não uma coleção de fotos do rosto.
  • Servidor próprio no Brasil, operado pela própria SeuSaúde, com backup diário em mais de um destino.
  • Trilha de auditoria em ação sensível, com autor e horário.
  • Os dados são da clínica. Saindo, a exportação dos registros vai junto, e isso fica escrito no contrato.

Perguntas que sempre aparecem

Preciso comprar um relógio de ponto?

Não. O registro acontece por reconhecimento facial num dispositivo comum da clínica e por aplicativo. Se você já tem um relógio e quer manter, dá para conversar sobre a importação dos registros dele.

E o profissional que atende fora da clínica?

Registra pelo aplicativo. O que o sistema faz é guardar o registro do jeito que ele aconteceu, e deixar visível o que fugiu da escala, em vez de esconder.

Dá conta de plantão e escala de revezamento?

Sim, e é justamente por isso que ele existe: a escala é por colaborador, então o previsto de cada um sai da escala dele. Sistema que assume jornada única obriga a corrigir tudo a mão no fim do mês.

O colaborador pode contestar um registro?

Pode, pelo próprio sistema, e a contestação fica documentada com a resposta. Isso protege os dois lados: sem canal, a divergência vira palavra contra palavra.

Atende à legislação de ponto eletrônico?

O sistema faz a parte dele: registro íntegro, espelho do período, contestação e exportação dos dados. O enquadramento em cada regime depende da situação da sua empresa e de quem cuida do seu trabalhista, e essa parte não é a gente que decide. Preferimos dizer isso antes de fechar.

Quanto custa?

Sai por proposta, porque depende de quantas pessoas registram ponto e de quantas unidades. A conversa começa entendendo o tamanho da equipe.

Vale ver com a sua escala na mesa

Trinta minutos olhando a escala que a sua clínica pratica hoje mostram mais do que uma demonstração pronta. Escala é onde os sistemas de ponto costumam quebrar, então é por ela que a conversa começa.

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